Lápis Zen

WALT WHITMAN: Ó eu! Ó Vida!
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Esta é a parte três da minha saga ‘Justiça Poética’. Não faz sentido se você não tiver lido as partes um //outrosquadrinhos.com.br/hq/lapis-zen/william-ernest-henley-invictus/ e dois //outrosquadrinhos.com.br/hq/lapis-zen/rudyard-kipling-se/.

Walt Whitman (1819-1892) foi um dos poetas mais importantes da história e é considerado o pai da poesia em verso livre. Ó eu! Ó vida! é exemplo do verso livre: não rima, não segue estrutura alguma e parece mais prosa do que poesia. O poema foi publicado no influente Folhas da Relva, livro que Whitman publicou e revisou e republicou durante boa parte da vida (ele era o George Lucas da poesia!). O que achei mais fascinante foi que Whitman teve vários empregos no início da vida adulta – impressor, editor de jornal, jornalista, professor – e era tão apaixonado pela poesia que publicou a primeira edição de Folhas da Relva com dinheiro do próprio bolso. É isso aí, Walt!

- Bom, a história do ‘garoto’ prossegue (ainda não dei nome pra ele). Foi assim que traduzi o poema, mas gostaria de saber se você interpretou de uma maneira diferente.
- Obrigado à Jen pela sugestão.


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WALT WHITMAN: Ó eu! Ó Vida!

Lápis Zen
WALT WHITMAN: Ó eu! Ó Vida! — Página 1

Cadastrada em:
13/09/2013

Tradução:
Marcelo Andreani de Almeida

Letras:
Rodolfo Muraguchi

Revisão:
Fabiano Denardin



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